Todos os dias, o financeiro abre o ERP para ver as vendas e, em seguida, abre o sistema da adquirente para descobrir o que realmente entrou no caixa. Enquanto isso, a equipe mantém planilhas paralelas para cruzar essas informações, porque os sistemas não conversam entre si. Nesse vai e volta, o time registra baixas manuais, confere taxas aplicadas e tenta entender diferenças que aparecem sem explicação clara. Como consequência, a conciliação de recebíveis consome horas da rotina, gera retrabalho constante e aumenta o risco de erro humano. Esse cenário acontece porque a empresa ainda não utiliza a conciliação de recebíveis integrada ao ERP.
Na prática, o ERP registra a venda e a adquirente registra o pagamento, mas nenhum sistema conecta automaticamente essas duas pontas. Assim, o financeiro assume o papel de “integrador manual” todos os dias.
O que é conciliação de recebíveis na prática
A conciliação de recebíveis reúne todas as informações de vendas realizadas por cartões, PIX e outros meios eletrônicos de pagamento e compara esses dados com os valores que as adquirentes repassam. Além disso, o processo verifica taxas aplicadas, prazos de pagamento, parcelas e antecipações.
Na rotina diária, o financeiro precisa conferir se o valor vendido corresponde ao valor recebido. Portanto, a equipe cruza relatórios do ERP com arquivos das adquirentes para garantir que tudo bate. Quando esse cruzamento falha, a empresa registra diferenças que afetam o controle financeiro.
Onde a conciliação manual começa a dar prejuízo
Primeiramente, a baixa manual no ERP consome horas de trabalho que não geram valor estratégico. Além disso, a conferência manual com o extrato da adquirente aumenta o risco de erro humano. Pequenas divergências de taxa, por exemplo, passam despercebidas e acumulam prejuízo ao longo do tempo.
Enquanto isso, informações como antecipações e parcelas exigem controles paralelos, porque esses dados não retornam automaticamente ao ERP. Consequentemente, o financeiro perde confiança nos próprios números e depende de planilhas para “conferir o sistema”. Esse ciclo cria retrabalho constante.
O que muda com a conciliação de recebíveis integrada ao ERP
Quando a conciliação de recebíveis se integra ao ERP, o processo deixa de depender de conferência manual. Dessa forma, o sistema lê automaticamente os arquivos enviados pelas adquirentes e cruza essas informações com as vendas registradas. Além disso, o sistema identifica divergências assim que recebe os dados, valida as taxas aplicadas e executa a baixa automática. Assim, o ERP passa a refletir de forma automática as informações conciliadas, sem necessidade de ajustes manuais.
Como funciona a conciliação de recebíveis integrada ao ERP
O ERP registra a venda no momento da transação a partir das informações capturadas no ponto de venda ou no TEF (Transferência Eletrônica de Fundos). Em seguida, a adquirente processa essa venda e disponibiliza a agenda de recebíveis com valores, taxas, prazos e parcelas previstas para pagamento.
Na sequência, o conciliador lê automaticamente essa agenda de recebíveis e cruza esses dados com as vendas registradas no ERP. Durante esse cruzamento, o sistema valida as taxas aplicadas, confere os prazos de pagamento, identifica as parcelas correspondentes e considera eventuais antecipações solicitadas.
Por fim, o sistema realiza a baixa automática no ERP com base nas informações conciliadas e aponta apenas as divergências encontradas. Dessa forma, o financeiro passa a atuar somente nas exceções, em vez de precisar conferir manualmente todas as transações.
Benefícios da conciliação de recebíveis integrada ao ERP
Com a conciliação de recebíveis integrada ao ERP, o financeiro reduz significativamente o risco de erro humano. Além disso, a equipe deixa de depender de planilhas paralelas e ganha tempo para análises mais estratégicas. Ao mesmo tempo, a gestão passa a enxergar o fluxo de recebimentos com mais clareza, com taxas conferidas e informações alinhadas às vendas registradas. Portanto, a empresa melhora o controle financeiro, facilita auditorias e toma decisões com base em dados mais confiáveis.
Como a Conciflex integra a conciliação direto ao ERP
Muitas empresas utilizam conciliadores que funcionam fora do ERP. Entretanto, essa abordagem ainda exige que o financeiro realize etapas manuais para refletir as informações no sistema principal. Assim, o processo continua fragmentado. Embora a conciliação identifique divergências, ela não atualiza o ERP de forma automática e integrada. Consequentemente, o retrabalho permanece e o risco de erro continua presente.
Já a Conciflex possui mais de 50 ERPs, mais de 80 adquirentes e mais de 25 bancos integrados para uma conciliação mais efetiva. Dessa forma, a plataforma reúne dados financeiros consolidados em um único lugar e oferece controle total do seu fluxo de caixa em uma só tela, permitindo controle, acompanhamento, auditoria e baixa de todas as transações.
Na prática, o financeiro confere todas as vendas e movimentações financeiras, independente do meio de pagamento, desde a aprovação na maquineta até o depósito em conta bancária, sem digitar nada. Além disso, o sistema realiza a validação das informações das vendas do ERP com as vendas capturadas pelas adquirentes, a auditoria diária de taxas e tarifas e a conferência da conciliação bancária, garantindo total visibilidade sobre o fluxo financeiro.
Conclusão
Em resumo, a dificuldade não está em conciliar recebíveis, mas em tentar fazer isso sem integração com o ERP. Quando a conciliação de recebíveis integrada ao ERP entra na rotina, o financeiro passa a trabalhar com informações conectadas, reduz etapas manuais e ganha mais clareza sobre o que realmente entra no caixa.Por isso, compreender como essa integração funciona muda a dinâmica do setor financeiro e transforma a conciliação em um processo contínuo, confiável e orientado por dados. Fale com a Conciflex e veja, na prática, como essa integração pode simplificar a sua operação financeira.

